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As artimanhas do coração - parte 4

Francisco recolheu as mercadorias que se espalharam, pela ciclovia, após o pequeno acidente. Não conseguia desviar as atenções daquela senhora que, apesar de suas insistentes tentativas de iniciar um diálogo, permanecia em silêncio...      - Senhora... Como está se sentindo? Posso dar uma olhada no seu braço? - perguntou, com semblante preocupado, Francisco.     - Por acaso o senhor é médico? - quis saber Eugênia, com certa rispidez, depois de sair da apatia em que se encontrava.     - Não... Não sou médico madame. Mas acho que cinco filhos e oito netos me credenciam a verificar a gravidade de um ferimento. As crianças da minha família costumam ser muito ativas. Sobem em árvores, correm, pulam... E, inclusive, brigam. Pequenos acidentes fazem parte da nossa rotina - disse Francisco.     - Peço que me desculpe. Falei sem pensar. Estava com a cabeça em outro lugar. Obrigada por recolher minhas compras - falou, com as faces rosadas, Eugênia.     - Não precisa agradecer. Afinal: sou eu quem …

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